Eu vi Senna morrer, e tive um ataque de choro aos sete anos de idade e só parei de chorar pouco antes de dormir (Senna sempre foi meu verdadeiro herói, já que não tive um pai suficientemente presente), aos oito anos fui o primeiro da famíla e amigos a receber a notícia que os Mamonas morreram (acordei umas seis da manhã do sábado e fui pego de surpresa no meio de um episódio de Tico e Teco) e tive que consolar amigos que eram fãs. Depois quatro ou cinco familiares morreram, alguns desastres levaram amigos e eu comecei a encarar desastres e a morte com naturalidade...
Infelizmente naturalidade demais. E isso com apenas 13 anos de idade.
Mas... Sinceramente?
Pode até me chamar de maluco, mas depois de dez anos senti um pouco de prazer em rever as torres caindo.
Na época não fiquei chocado com as pessoas pulando por vontade própria, nem assustado esperando um ataque no Brasil, não, encarei com naturalidade de quem assistia a um filme de ação qualquer.
Tive minha fase 'anti-americano', e ela ocorreu exatamente na época do ataque. Por mais terrível que pudesse paracer, na época senti bastante prazer em ver os todos
poderosos norte americanos sucumbindo a forças desconhecidas, e depois de dez anos, essa pontada de prazer teimou em reaparecer...
Chame de assustador, eu chamo de natural.
(Allan Wagner, 19:35 - 20:02, 11/09/2011)
Mostrando postagens com marcador Dramaturgia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dramaturgia. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Noite Invejada.
E cai a noite.
Mais uma noite,
invejável noite que dorme a teu lado.
Divide teu colchão,
te guarda em tua cama.
Invejável noite, afasta-te de minha amada,
invejada noite, me permite tocá-la, me permite tê-la...
Noite, não permite que ninguém mais toque-a, senão minhas mãos...
Noite, invejo-te, por sempre estar ao lado dela, por ser o que não sou pra ela.
Noite, me leva, me bane,
me faz ser, me faz ter o que só você pode ter de mim.
Ela.
(Allan Wagner, 22:03 - 22:36, 06/09/2011)
Mais uma noite,
invejável noite que dorme a teu lado.
Divide teu colchão,
te guarda em tua cama.
Invejável noite, afasta-te de minha amada,
invejada noite, me permite tocá-la, me permite tê-la...
Noite, não permite que ninguém mais toque-a, senão minhas mãos...
Noite, invejo-te, por sempre estar ao lado dela, por ser o que não sou pra ela.
Noite, me leva, me bane,
me faz ser, me faz ter o que só você pode ter de mim.
Ela.
(Allan Wagner, 22:03 - 22:36, 06/09/2011)
Insisto, Inexisto, Sigo.
É estranho,
é desnecessário,
é inerte, inerente.
É meu modo de pensar, talvez de tão fácil me apegar.
Mas penso em você, e esta tua paisagem longe de mim, fica cada vez mais bonita,
Penso em você, por entre telas, "quadros de Matisse", em um "soneto ou samba de Vinícius..."
Penso, logo insisto,
penso, logo inexisto,
penso, e pensando sigo.
Vivo nas saudades e na falta de você.
Desejar tua felicidade, desejar-te,
desejar dormir ao teu lado e te acordar aos beijos dia após dia.
Morena.
É aquela que sempre foi,
e sempre será, minha morena...
(Allan Wagner, 04/09/2011)
é desnecessário,
é inerte, inerente.
É meu modo de pensar, talvez de tão fácil me apegar.
Mas penso em você, e esta tua paisagem longe de mim, fica cada vez mais bonita,
Penso em você, por entre telas, "quadros de Matisse", em um "soneto ou samba de Vinícius..."
Penso, logo insisto,
penso, logo inexisto,
penso, e pensando sigo.
Vivo nas saudades e na falta de você.
Desejar tua felicidade, desejar-te,
desejar dormir ao teu lado e te acordar aos beijos dia após dia.
Morena.
É aquela que sempre foi,
e sempre será, minha morena...
(Allan Wagner, 04/09/2011)
Marcadores:
Dramaturgia,
Inexisto,
Insisto,
Sigo
Cores.
Já não importam as cores dos cabelos, nem o quão distante estará,
só me importa morena, teu ser morena.
Teu silêncio ou tuas palavras, já não importa.
Não te ver, não te ter.
Só vale morena não deixar-te dormir sem saberes que és desejada,
tão querida, e sim, amada.
Saiba, apenas por sabem, apenas por dizer,
que és morena, única.
Desejo tuas noites a dormir bem, viver bem,
eu sigo, só sigo, pois nada mais posso fazer,
só posso morena te imaginar, te desejar, e crer num futuro incerto,
inexistente, incapaz...
E sempre será meu prazer acompanhar,
teu rabo de saia e teu perfume quando passar...
(Allan Wagner, 21:02 - 21:35, 20/08/2011)
só me importa morena, teu ser morena.
Teu silêncio ou tuas palavras, já não importa.
Não te ver, não te ter.
Só vale morena não deixar-te dormir sem saberes que és desejada,
tão querida, e sim, amada.
Saiba, apenas por sabem, apenas por dizer,
que és morena, única.
Desejo tuas noites a dormir bem, viver bem,
eu sigo, só sigo, pois nada mais posso fazer,
só posso morena te imaginar, te desejar, e crer num futuro incerto,
inexistente, incapaz...
E sempre será meu prazer acompanhar,
teu rabo de saia e teu perfume quando passar...
(Allan Wagner, 21:02 - 21:35, 20/08/2011)
Um Ano.
Um ano.
Oficialmente um ano escrevendo todo dia.
Fiz o que desejava, fiz o que almejava.
Agora minha mente merece um descanso.
Aos poucos irei postando, mas não a mesma quantia de antes.
Talvez uma ou duas vezes por semana, quem sabe até três.
Enfim, um ano, e minha vida está completamente diferente.
Um ano, e tudo está novo, um ano, e vejo e revejo minha vida.
Tudo novo de novo.
(Allan Wagner, 13/08/2011)
Oficialmente um ano escrevendo todo dia.
Fiz o que desejava, fiz o que almejava.
Agora minha mente merece um descanso.
Aos poucos irei postando, mas não a mesma quantia de antes.
Talvez uma ou duas vezes por semana, quem sabe até três.
Enfim, um ano, e minha vida está completamente diferente.
Um ano, e tudo está novo, um ano, e vejo e revejo minha vida.
Tudo novo de novo.
(Allan Wagner, 13/08/2011)
Encantada.
Qual a noite que não passa,
se tão longe estivesse,
mas ao alcance de minhas mãos não fugia,
em menos de um tempo nada nos sobrou,
nada, além de nossas manias.
Maldita sorte que nos encontrou!
Danada vontade que nos juntou...
Infelizes saudades que nos separou...
Ah! Mas volta! Tanto tempo temos agora,
se era o que faltava, agora o temos de sobra.
Deixa, permite, encara, pois tu morena pintada,
só tu morena encantada, encanta meu ser,
prende meu estar, prende minha vida,
me permite cantar...
(Allan Wagner, 00:51 - 01:10,12/08/2011)
se tão longe estivesse,
mas ao alcance de minhas mãos não fugia,
em menos de um tempo nada nos sobrou,
nada, além de nossas manias.
Maldita sorte que nos encontrou!
Danada vontade que nos juntou...
Infelizes saudades que nos separou...
Ah! Mas volta! Tanto tempo temos agora,
se era o que faltava, agora o temos de sobra.
Deixa, permite, encara, pois tu morena pintada,
só tu morena encantada, encanta meu ser,
prende meu estar, prende minha vida,
me permite cantar...
(Allan Wagner, 00:51 - 01:10,12/08/2011)
Inverso Reverso.
E as saudades fizeram seu trabalho invertido,
me levaram até você,
e tiraram você de mim...
(Allan Wagner, 11/08/2011)
me levaram até você,
e tiraram você de mim...
(Allan Wagner, 11/08/2011)
Espaço Entre.
O espaço entre nós pode nos matar.
Mas não o tempo que só vem pra judar.
(Allan Wagner, 10/08/2011)
Mas não o tempo que só vem pra judar.
(Allan Wagner, 10/08/2011)
Passa, passa, passa...
Deixa estar,
deixa ser,
o momento vai passar.
Tem que passar.
(Allan Wagner, 09/08/2011)
deixa ser,
o momento vai passar.
Tem que passar.
(Allan Wagner, 09/08/2011)
Cinco Insensatos.
Visão turva,
tato insensato,
olfato tapado,
paladar inssoso,
audição incapaz.
(Allan Wagner, 08/08/2011)
tato insensato,
olfato tapado,
paladar inssoso,
audição incapaz.
(Allan Wagner, 08/08/2011)
Nosso Livro.
Me mantém no teu romance,
me deixa na tua página,
não tira meu marcador,
não fecha meu livro...
(Allan Wagner, 07/08/2011)
me deixa na tua página,
não tira meu marcador,
não fecha meu livro...
(Allan Wagner, 07/08/2011)
O Pouco.
Então leva a alma,
e o que dela também sobrou,
leva o pouco de mim,
o pouco que você deixou...
(Allan Wagner, 06/08/2011)
e o que dela também sobrou,
leva o pouco de mim,
o pouco que você deixou...
(Allan Wagner, 06/08/2011)
Haikai - Natureza Morta.
Planta seca,
pedra morta,
alma fria.
(Allan Wagner, 05/08/2011)
pedra morta,
alma fria.
(Allan Wagner, 05/08/2011)
Fim.
Fim do fim.
Fim do que foi.
Fim do que deveria.
Fim do que eu mais queria.
(Allan Wagner, 04/08/2011)
Fim do que foi.
Fim do que deveria.
Fim do que eu mais queria.
(Allan Wagner, 04/08/2011)
Se Vai...
E agora você vai.
E vai pra não voltar.
E quantas vezes se vai minha amada?
Quantas vezes terei que te ver partir?
Quantas vezes irei sofrer com tua ausência.
Quanto tempo mais ficarei sem sorrir?
(Allan Wagner, 03/08/2011)
E vai pra não voltar.
E quantas vezes se vai minha amada?
Quantas vezes terei que te ver partir?
Quantas vezes irei sofrer com tua ausência.
Quanto tempo mais ficarei sem sorrir?
(Allan Wagner, 03/08/2011)
Bala e Gatilho.
E usas artilharia pesada,
querendo me derrubar,
pode tentar mais uma vez,
dela você não vai me tirar.
(Allan Wagner, 02/08/2011)
querendo me derrubar,
pode tentar mais uma vez,
dela você não vai me tirar.
(Allan Wagner, 02/08/2011)
Some.
Some e nada avisa,
desaparece e foge da vista,
onde está morena?
Onde foi parar?
Seja onde estiver,
vem me procurar...
(Allan Wagner, 01/08/2011)
desaparece e foge da vista,
onde está morena?
Onde foi parar?
Seja onde estiver,
vem me procurar...
(Allan Wagner, 01/08/2011)
Sono Meu.
Tuas roupas em minhas mãos,
tuas coxas entre as minhas,
tua boca em encontro,
que sonho, que fantasia.
(Allan Wagner, 31/07/2011)
tuas coxas entre as minhas,
tua boca em encontro,
que sonho, que fantasia.
(Allan Wagner, 31/07/2011)
Ciúmes.
E teus ciúmes morena,
vejo tuas orelhas vermelhas,
teus olhos desafiando,
tua mão me apertando,
e tua boca me devorando.
Ah morena!
Como é bom sentir teu desejo,
e como é bom sentir-se desejado,
como é incrível essa tua face pintada,
como é único estar ao teu lado...
(Allan Wagner, 23: 51 - 23:58, 30/07/2011)
vejo tuas orelhas vermelhas,
teus olhos desafiando,
tua mão me apertando,
e tua boca me devorando.
Ah morena!
Como é bom sentir teu desejo,
e como é bom sentir-se desejado,
como é incrível essa tua face pintada,
como é único estar ao teu lado...
(Allan Wagner, 23: 51 - 23:58, 30/07/2011)
Insensatez.
Perdoa minha insensatez,
e também minha indiferença,
tanto quis você ao meu lado,
que de nossos universos não quis ver a diferença.
(Allan Wagner, 29/07/2011)
e também minha indiferença,
tanto quis você ao meu lado,
que de nossos universos não quis ver a diferença.
(Allan Wagner, 29/07/2011)
Assinar:
Postagens (Atom)